quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Vídeo da Semana


Este é Ben Underwood, um rapaz que conseguia ter a incrível capacidade de usar o seu sentido de audição para ver. O método que usava era semelhante ao dos morcegos: emissão de um som e captação do eco, com o cálculo das distâncias a que os objectos se encontram... Ben teve cancro quando era criança, e os seus olhos forram-lhe removidos. Morreu de cancro o ano passado, mas esta capacidade continuará sempre a impressionar quem quer que seja...

terça-feira, 16 de novembro de 2010

No Mundo dos Sonhos I

Um dos temas que mais me fascina é o o mundo dos sonhos, talvez por conhecer bastante bem algumas das suas peculiaridades... Vou começar por publicar um primeiro artigo relacionado com os sonhos, e que foi inspirado num livrinho que ando a ler, o "Cérebro Sonhador" de Francis Crick.
Um dos primeiros factos mais curiosos prende-se com as teorias sobre interpretação de sonhos:
Um sonho nunca pode ser interpretado, através daqueles "dicionários" de sonhos, ou através de relatos de experiências. Isto porque cada sonho é único, e está intimamente ligado ao nosso "eu". O nosso cérebro sonha quando não vê, quando não ouve e quando não cheira. O sonho é assim puro, distante de qualquer tipo de sugestão exterior: é unicamente fruto da mistura, distorção de pensamentos e imaginação do nosso querido cérebro enquanto "descansa". Num dicionário de sonhos, podemos ver o que simboliza sonhar com árvores, OU com água, OU animais... mas nunca é possível conjugar o sonhar com  árvores, E água, E animais, por exemplo...
E a noção do real??? 
Existe uma área do nosso cérebro responsável pelo nosso pensamento crítico, o córtex, que nos ajuda a lidar com as situações do dia a dia, de acordo com os sentidos, de acordo com a razão... Ora, nos sonhos o nosso cérebro é totalmente acrítico... As construções fabulosas dos nossos sonhos, as situações, os contextos, por vezes são completamente absurdos e bizarro. O sono REM (uma fase do sono que se caracteriza pelo movimento rápido nos glóbulos oculares) é caracterizado como sendo o período de actividade máxima do nosso cérebro, e é quando sonhamos. No entanto, há características no nosso cérebro que se alteram quando sonhamos...
Falarei delas no próximo artigo :)... até lá...bons sonhos...
PS: "existia um jardim belo, muito verde, sem flores, apenas arbustos moldados, numa espécie de praça com fontes de água e bancos de jardim de mármore trabalhado. Todo o jardim era dentro de uma enorme cúpula, parecia um labirinto enorme...eram distintos dois corredores, com arbustos dispostos de lado a lado. Só conseguiria sair se, correndo, virasse 12 vezes para a direita, e 12 vezes para a esquerda...enganei-me...virei sempre para a esquerda...estava a ser perseguida por um gnomo, e tinha um amigo elfo, vestido como o Peter Pan. Quando cheguei ao fim, fiquei sozinha, encurralada num elevador de ferro enferrujado. Aí, aconteceu algo de estranho... o elevador descia comigo no seu interior, e parava no piso acima ao que tinha estado...um sonho a 4 dimensões?"

Ok, admito...

Sim, já tem sido tempo a mais...mas, apesar de não andar encharcada de trabalhos nem de testes, prefiro não justificar os porquês deste afastamento... Peço desculpa aos leitores deste blogue.

Obrigado aos mais de 2300 :)

domingo, 31 de outubro de 2010

Halloween


Tenho estado um pouco ausente, eu sei...mas vou apresentar aqui uma espécie de crítica a uma coisa que acho simplesmente estúpida: A comemoração do Haloween em Portugal


Para quem não sabe, o Halloween teve uma origem pagã, em que se dava culto às almas dos nossos entes queridos, e se festejava o fim do Verão (numa festa chamada de Samhain) e mais recentemente, uma origem católica, conhecida pelo "Dia de Todos os Santos", que se celebra do dia 1 de Novembro, mesmo a seguir ao Halloween. Mas, hoje em dia, é apenas uma alusão aos mortos, festejada de uma forma um pouco bizarra. E, no entanto, esta forma de festejo surgiu nos países anglo-saxónicos, como a inglaterra, irlanda, EUA, e Canadá...sempre foi uma tradição destes países... Mesmo só por isto, não faz sentido comemorá-lo em Portugal...No entanto, um dos aspectos interessantes sobre este dia, em que toda a gente sai à rua vestido ridiculamente e a chatear as pessoas a qualquer hora da noite porque quer doces, ameaçando-as de que lhes pregam partidas, é o facto de estas mesmas pessoas ridículas pregarem as partidas mesmo que lhes dêem os doces, ou caso não haja ninguém em casa... 

Ora, se eu nem sequer estou em casa, ou não quero abrir a porta, fingindo que não estou, porque é que quando vou à rua vejo papel higiénico à porta de casa, ovo nas paredes ou a minha fechadura cheia de uma substância sólida que me impede de lá enfiar a chave??? Desculpem lá, mas isto é vandalismo... O Halloween em Portugal é uma desculpa para o vandalismo e para os jovens sem educação nenhuma mostrarem que são uns artistas...

E se à pergunta "doce ou travessura?" eu responder "toma lá um doce, vá", porque é os fenómenos acima descritos me acontecem na mesma?

Para isto não tenho resposta...

O Halloween também testa um pouco a superstição das mentes, uma vez que neste dia são contadas histórias de terror às crianças, que supostamente têm uma moral, veneram-se os gatos pretos, partem-se espelhos, todos se vestem de feiticeiros ou bruxas... Sinceramente: coitadas das almas dos nossos entes queridos, se o objectivo é venerá-las...

Simplesmente não é correcto fazer de uma noite de divertimento uma noite de dores de cabeça para algumas pessoas...porque, por exemplo, tirar gema de ovo da parede envolve raspagem, pintura e dinheiro...e a brincadeira não mete assim tanta piada...

Obrigado mãe, por nunca me teres deixado ir para a rua fazer figura de parva!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Curiosidade Científica

Os impulsos gerados pelas células nervosas podem atingir a espantosa velocidade de 430 km/h

Assim já posso dizer que sou mais rápida que um Ferrari!!!

Vídeo da Semana


Algo impressionante, mas possível! Este rapaz, Daniel Tammet, tem capacidades que não estão ao alcance da maioria os humanos: consegue resolver incríveis cálculos matemáticos em escassos segundos, aprender uma língua e falá-la numa semana... Ele faz parte de um grupo de pessoas designadas "savants", pelas suas características. Neste documentário podem conhecer mais algumas. Os cientistas crêem que Daniel sofre de Autismo e de Synesthesia (esta última, é uma mistura de sensações e de sentidos, ex: ouvir o que se está a ver, ou associar movimentos a cores...algo complexo!). São 5 vídeos impressionantes, e que valem a pena!!!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O Zero é Par ou Ímpar???

Desde a escola primária, quando nos ensinam os números, uma das primeiras distinções que os professores fazem é entre números pares e ímpares, e a distribuição é feita da seguinte forma:

Números pares são todos os que acabam em 2, 4, 6, 8 ou 0 (10, 20, 30, excluindo o zero).
Números ímpares são todos os que acabam em 1, 3, 5, 7 ou 9
O número neutro é o 1, pois qualquer número multiplicado ou dividido por 1 é esse mesmo número.
O zero é o elemento absorvente, pois qualquer número multiplicado ou dividido por 0 é 0.

Mas...se um número acabado em zero é par, porque é que o 0 não há-de ser par?

Nas definições dos conjuntos de números naturais, esse conjunto IN={1, 2, 3, 4, 5....}exclui o zero, e o conjunto INo={0, 1, 2, 3, 4, 5....} engloba o zero.

Fórmula de determinação dos números pares: 2n
Fórmula de determinação dos números ímpares: 2n + 1

Zero nunca poderá ser ímpar, pois, 2 x 0 + 1 = 1 (deveria dar 0, se fosse ímpar)
Zero poderá ser par porque 2 x 0 = 0 (e dá 0)

Um número par está situado entre dois ímpares, e um número ímpar está situado entre dois pares. O zero está situado entre dois números ímpares, o -1 e o 1, logo é par.

Os números acabados em zero são pares, logo, o zero, sendo um número e sendo acabado em zero, também é par.

Se: Par + Par = Par,
Par + Ímpar = Ímpar   e
Ímpar + Ímpar = Par, então o zero, se for um número par, respeita todas estas operações. 
Ex: 0 + 2 = 2 (Par)
0 + 3 = 3 (Ímpar)

Se fosse ímpar: 0 + 3 teria de ser igual a um número par e, no entanto, dá 3, que é ímpar. 

Assim, zero, sendo par é compatível com todas as operações entre números pares e ímpares.

Zero é um elemento absorvente, apenas pela multiplicação de qualquer número por 0. Como está associado apenas a operações, as questões em relação à sua "absorvência" não podem justificar designações de conjuntos de números.

Mais razões:
Zero é um número múltiplo, inteiro, de dois;
Pode ser divisível por dois;
É resultado da soma de alguns números inteiros, como qualquer outro número (-1 + 1 = 0, por exemplo);
Zero elementos podem ser divididos em dois grupos, com igual número de elementos cada: Zero!

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Curiosidade Científica

Os astronautas, quando estão no espaço, são incapazes de arrotar: a ausência da gravidade faz com que os gases não se separem dos líquidos nos seus estômagos!

Frases da Semana

Frase Científica:


"A ciência não passa do bom senso exercitado e organizado." Aldous Huxley


Frase Filosófica:


"Uma árvore quando está a ser cortada, observa com tristeza que o cabo do machado que a corta é de madeira." Autor desconhecido

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1600?? Eh páaa, isto está a ficar sério! Obrigado leitores!

Estou neste momento a tentar incluir este blogue algures no facebook...ainda é caso para pensar :)